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Você conhece a internet das coisas médicas?

Costumava-se dizer “o futuro é logo ali”, mas não achávamos que estava tão perto. A “Internet das Coisas Médicas” é uma série de inovações que facilitará a vida do paciente e do médico tratando à distância diversas doenças. Através de uma rede de coleta de dados (devidamente patenteada pelo Google) instalada em assentos sanitários sensíveis à pressão e em sensores no espelho de “banheiros inteligentes” será possível monitorar a saúde cardiovascular de pacientes. Em algumas casas nos EUA a tecnologia já foi instalada para testes. Esta inovação permitirá que os assistidos sejam acompanhados e até realizem alguns exames à distância, 24h por dia.

Levando em consideração a nova “Lei da Proteção de dados” o IDEC – Instituto de defesa do consumidor – preparou uma lista sobre o que mudará no nosso dia-a-dia quando este marco legal estiver vigorando. Sendo eles:

1) Termos de Uso – Não serão mais permitidos aqueles textos que ninguém lê e sim uma permissão específica e atrelada a cada tipo de utilização, dos dados pessoais disponibilizados;
2) Maior controle por cada pessoa (usuário) de seus dados pessoais – Com a lei fica criado um conjunto de direitos para o cidadão, inclusive permitindo (dentre outras ações) a modificação imediata, de informações erradas;
3) Maior controle sobre como farmácias usam seu número de CPF e seus dados de saúde – Previamente, o cliente deve ser informado da finalidade da coleta e da existência ou não, de tratamento desses dados, e só depois autorizar seu uso, inclusive pelos planos de saúde, se fora o caso;
4) Procedimentos claros em caso de vazamento de dados pessoais – As empresas que coletam seus dados devem manter registro dessas operações e a autoridade responsável, pode requerer a qualquer momento, informações referentes à proteção desses dados;
5) Dados Biométricos – Fica proibido vender dados biométricos para terceiros, como empresas de publicidade e marketing digital, procedimento muito comum hoje em dia; 6) Condomínios Residenciais – Com o advento da lei, os condomínios vão precisar discutir sobre “reconhecimento da digital para controlar a entrada no prédio” em assembleia condominial e garantir a segurança do armazenamento de tais dados. Ou seja, o trabalho para implantação das medidas previstas na lei será grande e oneroso. É ficar atento, pois as multas para os infratores serão pesadas.

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